Calculadoras de scores reumatológicos
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RheumaScore® · Reumatologia
| Área | Eritema (0–3) | Escama / Hiperceratose (0–2) |
|---|---|---|
| Couro cabeludo | ||
| Face | ||
| Tronco anterior | ||
| Tronco posterior | ||
| Membros superiores | ||
| Membros inferiores |
| Área | Discromia > 12 meses (0–1) | Cicatriz / Atrofia (0–2) |
|---|---|---|
| Couro cabeludo | ||
| Face | ||
| Tronco anterior | ||
| Tronco posterior | ||
| Membros superiores | ||
| Membros inferiores |
Critério de entrada obrigatório: FAN ≥ 1:80. Dentro de cada domínio conta apenas o item de maior peso. Score ≥ 10 = LES classificado.
FAN ≥ 1:80 (obrigatório) + Score ≥ 10 = LES classificado. Dentro de cada domínio conta apenas o item de maior pontuação.
Toque ou clique nas articulações dolorosas ou edemaciadas. Escolha o modo de marcação abaixo.
* Contagem estendida (tornozelos, pés, quadris) disponível em expansão futura.
Aplica-se a pacientes com sinovite ativa ≥1 articulação sem diagnóstico alternativo. Score ≥6/10 = AR classificada.
Score máximo: 10 pts. ≥ 6 = AR classificada.
A (0–5) + B (0–3) + C (0–1) + D (0–1)
Seror R et al. Ann Rheum Dis 2011;70:968-972.
Três domínios (NRS 0–10 cada): Secura · Fadiga · Dor
ESSPRI = (Secura + Fadiga + Dor) / 3 | Secura = média(olhos + boca) / 2
Domínio 1 — Secura
Domínio 2 — Fadiga
Domínio 3 — Dor
Interpretação:
<5 → Sintomas aceitáveis
≥5 → Sintomas inaceitáveis (alvo terapêutico não atingido)
MCID = 1,0 ponto (diferença mínima clinicamente importante)
Seror R et al. Ann Rheum Dis 2011;70:968-972.
Validado para Síndrome de Sjögren primária e secundária.
Critério de entrada: ≥1 sintoma de olho seco ou boca seca, ou suspeita clínica fundada. Score ≥ 4 = SS primária classificada.
Score ≥ 4/9 = SS primária classificada (sensib. 96%, especif. 95%).
Exclui: irradiação cabeça/pescoço, hepatite C ativa, AIDS, amiloidose, sarcoidose, DGvH, IgG4.
Critério de classificação — abrange todos os subgrupos de IIM. A dermatomiosite é subclassificada pela presença de manifestações cutâneas típicas. Marque os achados presentes.
Variáveis clínicas
Manifestações cutâneas (Dermatomiosite)
Laboratório
Biópsia muscular
Limiares de classificação
| Categoria | Sem biópsia | Com biópsia |
|---|---|---|
| Possível | ≥ 5,3 | ≥ 6,5 |
| Provável | ≥ 5,5 | ≥ 6,7 |
| Definitiva | ≥ 7,5 | ≥ 8,7 |
Lundberg IE et al. Ann Rheum Dis 2017;76:1955-1964.
Critério de classificação — não substitui julgamento clínico.
Dermatomiosite = IIM com manifestações cutâneas típicas (heliotrópio, Gottron).
Critério de classificação — ACR/EULAR mais recente (Projeto CLASS). Marque os domínios presentes.
Autoanticorpo (obrigatório para forma definitiva)
Manifestações centrais (≥1 obrigatória para provável/definitiva)
Manifestações adicionais
Regras-chave CLASS 2025
Aggarwal R et al. ACR/EULAR CLASS 2025 Classification Criteria for Anti-Synthetase Syndrome.
Nota: critério aceito/em imprensa — pode constar como "em andamento" em portais institucionais.
6 itens em escala 0–10. Score final = média ponderada.
Fórmula: BASDAI = (Q1 + Q2 + Q3 + Q4 + média(Q5,Q6)) / 5
≥4 = doença ativa (critério para início de biológicos)
Garrett S et al. Br J Rheumatol 1994;33:363-367
Combina itens clínicos com marcador inflamatório (PCR ou VHS).
<1.3 Remissão · 1.3–2.1 Baixa · 2.1–3.5 Moderada · 3.5+ Alta
10 itens de capacidade funcional. Média = score final (0–10).
<4 funcional · 4–6 limitação moderada · >6 limitação grave
5 medidas de mobilidade espinhal (0–10 pontos total).
0–3 leve · 4–6 moderada · 7–10 grave limitação
Requer artrite inflamatória + maior ou igual a 3 pontos abaixo:
3+ pontos = Artrite Psoriásica (sensib. 91%, especif. 99%)
Para pacientes com dor lombar crônica ≥ 3 meses e início antes dos 45 anos. Classificado se: Via Imagem OU Via Clínica.
Sacroileíte em imagem + ≥ 1 característica SpA (abaixo)
HLA-B27 positivo + ≥ 2 características SpA (abaixo)
Via imagem: SI em imagem + ≥1 SpA.
Via clínica: HLA-B27 + ≥2 SpA.
Qualquer via positiva = SpA Axial classificada.
Schoels M et al. Ann Rheum Dis 2010. Específico para Artrite Psoriásica.
DAPSA = CVA-dor + CVA-global + NAD68 + NAE66 + PCR (mg/dL)
Metas terapêuticas (EULAR 2019):
≤4 → Remissão
≤14 → Baixa atividade (alvo mínimo aceitável)
≤28 → Atividade moderada
>28 → Atividade alta — ajuste terapêutico necessário
DAPSA ≤4 = remissão · ≤14 = baixa · ≤28 = moderada · >28 = alta
cDAPSA (sem PCR) = DAPSA − CRP — útil quando PCR indisponível.
Schoels MM et al. Ann Rheum Dis 2010; Smolen JS et al. Ann Rheum Dis 2014.
Área (escala de 0 a 6) × (Eritema + Descamação + Infiltração) × fator regional de superfície corporal
| Região | Área (0–6) | Eritema (0–4) | Descamação (0–4) | Infiltração (0–4) | Subtotal |
|---|---|---|---|---|---|
| Couro cabeludo (fator × 0,1) | 0.0 | ||||
| Membros superiores (fator × 0,2) | 0.0 | ||||
| Tronco (fator × 0,3) | 0.0 | ||||
| Membros inferiores (fator × 0,4) | 0.0 |
Remissão < 1 · Leve 1 a 10 · Moderada 10 a 30 · Grave > 30
PASI 75 / 90 / 100 = meta terapêutica (redução de 75%, 90% ou 100% em relação ao basal)
Modelo FRAX® calibrado para o Brasil. Kanis JA et al. · Pinheiro MM et al. Osteoporos Int 2010.
Ferramenta auxiliar — decisão clínica sempre individualizada.
Active os ajustes abaixo e preencha os dados. O resultado corrigido aparece aqui em tempo real.
O FRAX inclui GC como variável binária. Selecione a dose atual para corrigir a subestimativa:
Kanis JA et al. Bone 2011; Van Staa TP et al. JBMR 2006.
O TBS avalia a microarquitetura óssea (DXA lombar). Refina o FRAX em DM2, obesidade e uso de GC.
TBS ≥1,31 Normal · 1,23–1,31 Degradação parcial · <1,23 Degradado
McCloskey EV et al. J Bone Miner Res 2016.
DM2 aumenta risco de fratura independentemente da DMO. Escolha a estratégia de correção:
Schwartz AV et al. JBMR 2011; Leslie WD et al. Diabetes Care 2018.
Quedas recentes não constam no FRAX, mas são preditores independentes de fratura. Informe o número de quedas no último ano:
Deandrea S et al. Osteoporos Int 2012; Tinetti ME et al.
Marque "Osteoporose Secundária" no FRAX quando o paciente tiver alguma das condições abaixo (exceto AR, que tem campo próprio):
Reumatológica / Inflamatória
Espondiloartrites · Lúpus · Miopatias inflamatórias · Artrite psoriásica · Vasculites com GCEndócrina / Metabólica
Hiperparatireoidismo · Hipertireoidismo · Hipercortisolismo · Hipogonadismo · Déficit de GHGastrointestinal / Renal
Doença celíaca · DII · Cirrose hepática · DRC · Síndrome de má-absorção · Pós-bariátricaOutras
DPOC · Transplante de órgão · Imobilidade prolongada · Hemofilia · Mastocitose sistêmicaAvalie 17 regiões: 0 normal · 1 espessamento leve · 2 moderado · 3 grave / incapaz de pinçar
| Região | Escore (0–3) | Valor |
|---|---|---|
| Axial | ||
| Face | 0 | |
| Tórax anterior | 0 | |
| Abdome | 0 | |
| Membros superiores | ||
| Braço direito | 0 | |
| Braço esquerdo | 0 | |
| Antebraço direito | 0 | |
| Antebraço esquerdo | 0 | |
| Mão direita (dorso) | 0 | |
| Mão esquerda (dorso) | 0 | |
| Dedos direitos | 0 | |
| Dedos esquerdos | 0 | |
| Membros inferiores | ||
| Coxa direita | 0 | |
| Coxa esquerda | 0 | |
| Perna direita | 0 | |
| Perna esquerda | 0 | |
| Pé direito | 0 | |
| Pé esquerdo | 0 | |
<15: Limitada (acroesclerose) · 15–30: Difusa moderada · >30: Difusa grave
Clements PJ et al. Arthritis Rheum 1995 · Khanna D et al. Arthritis Rheumatol 2021.
Algoritmo em 2 etapas para detecção de hipertensão arterial pulmonar. Coghlan JG et al. Eur Respir J 2014.
Etapa 1 <12 → baixo risco (não realizar eco de rastreio)
Etapa 1 ≥12 → realizar ecocardiograma (Etapa 2)
Etapa 2 ≥35 → encaminhar para cateterismo cardíaco direito
Sensibilidade 96% · Especificidade 48% para HAP confirmada por CCD
Valentini G et al. Ann Rheum Dis 2003. Marque os critérios presentes nos últimos 3 meses:
Score ≥3 = doença ativa (alta atividade; indicação de tratamento agressivo).
Sensibilidade 91% para progressão radiológica pulmonar.
Para cada manifestação, selecione: N/P = nova ou piora (pontuação total) · Pers. = persistente (metade) · botão vazio = ausente.
0 = remissão · 1–10 baixa · 11–20 moderada · >20 alta atividade
N/P = nova/piora (pontos totais) · Pers. = persistente (metade dos pontos)
Mukhtyar C et al. Ann Rheum Dis 2009.
Guillevin L et al. Medicine (Baltimore) 2011. Aplicável em poliarterite nodosa, EGPA e vasculites ANCA+. Cada fator vale 1 ponto.
FFS 0: ~9% mortalidade em 5 anos · FFS 1: ~21% · FFS ≥2: ~40%
FFS ≥1 = indicação de imunossupressão agressiva + considerar ciclofosfamida.
Exley AR et al. Ann Rheum Dis 1997. Avalia dano acumulado irreversível por vasculite ou tratamento (presente >3 meses). Cada item = 1 ponto.
0 = sem dano · 1–4 leve · 5–10 moderado · >10 grave
VDI >2 em 6 meses prediz mortalidade aumentada. Preditor independente de qualidade de vida.
Passe o mouse sobre qualquer vaso para ver o nome. Clique no vaso para abrir a janela com a graduação de estenose, fator de gravidade e descrição. A coloração reflete a pior estenose registrada.
Referência: Hata A, Noda M, Moriwaki R, Numano F. Angiographic findings of Takayasu arteritis: New classification.
International Journal of Cardiology 1996;54(Suppl):S155-S163.
Discussão revisional: Zhu FP et al. Takayasu arteritis: imaging spectrum at multidetector CT angiography.
British Journal of Radiology 2012;85:e1282-e1292.
Diretrizes da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), EULAR e ACR · Versões mais recentes · Acesso online às fontes oficiais
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